segunda-feira, 21 de abril de 2008

Área Metropolitana

Uma região metropolitana ou área metropolitana é um grande centro populacional, que consiste em uma (ou, às vezes, duas ou até mais) grande cidade central (uma metrópole), e sua zona adjacente de influência. Geralmente, regiões metropolitanas formam aglomerações urbanas, uma grande área urbanizada formada pela cidade núcleo e cidades adjacentes, formando uma conurbação. Por exemplo, São Paulo é uma cidade central, com Guarulhos, Osasco e outras cidades adjacentes sendo cidades vizinhas de São Paulo, juntas formando uma conurbação.

Metrópole

Metrópole, da língua grega metropolis (μήτηρ, mētēr = mãe, ventre e πόλις, pólis = cidade), designa áreas urbanas formadas por uma ou mais cidades ligadas entre si fisicamente (conurbadas)[1][2] ou através de fluxos de pessoas e serviços[1] e que assumem importante posição (econômica, política, cultural, etc.) na rede urbana da qual fazem parte (correspondentes, na classificação do IBGE[1], às metrópoles regionais e nacionais).

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Civilização Chinesa







A Civilização Chinesa é uma das oito civilizações contemporâneas e uma das mais antigas ainda existentes. Sua principal base é confuciana mas o taioísmo e o budismo também possuem papeis relativamente importantes na formação de uma identidade cultural.

Recebendo o nome de seu maior expoente, a China, esta civilização abrange também países como Coreia do Norte, Coreia do Sul, Nepal, Tibete, Singapura, Taiwan,Tailândia e marginalmente Mongólia e Vietname incluindo também grupos isolados que se espalharam pela diáspora chinesa ao redor do mundo.



Imigrantes Clandestinos



A imigração clandestina é o acto ou efeito de imigrar ilegalmente, ou seja, neste caso, sem a autorização dos governantes para onde se deseja imigrar.

UE reforça controlo das fronteiras


A Comissão Europeia apresentou ontem propostas para reforçar o controlo das fronteiras externas da União Europeia, recorrendo às novas tecnologias, como um sistema de registo electrónico da entrada e saída de cidadãos de países terceiros.O principal objectivo de Bruxelas é, "usando a tecnologia mais avançada, alcançar o mais elevado nível de segurança" no espaço Schengen de livre circulação de pessoas, que em Dezembro passado, durante a presidência portuguesa da UE, foi alargado aos novos estados-membros - sendo agora constituído por 24 países -, e no qual não há controlos fronteiriços internos.Desse modo, o Executivo comunitário pretende tornar mais "apertado" o controlo de entradas no espaço Schengen, prevenindo a imigração clandestina, o tráfico de seres humanos e o terrorismo, e reduzindo também o "número trágico" de imigrantes clandestinos que morrem no mar ao tentar alcançar as costas do Sul da Europa.